Textos curtos, hierarquia forte, contraste alto e linguagem direta para diferentes públicos.
Uma casa para a memória em movimento.
A proposta assume o museu como plataforma cultural: visita física, arquivo digital, espaço de escuta e ponto de encontro entre gerações.
O Museu da Terra de Miranda preserva o que se herdou, mas sobretudo torna visível o que continua a ser praticado, dito, cantado e transmitido.
Trechos em português, mirandês e inglês, com módulos preparados para áudio, vídeo e ReadSpeaker.
Cores de terra, rio e ritual, com uma composição contemporânea e editorial.
História, território e comunidade.
Esta área organiza a narrativa institucional sem a tornar pesada: origem do museu, missão, constituição da equipa, parceiros e contactos editoriais.

O museu como porta de entrada para compreender a Terra de Miranda.
História
A evolução do museu e das suas coleções enquanto testemunho da vida rural, religiosa, doméstica e festiva.
Território
Arribas, aldeias, fronteira e práticas que dão forma a uma identidade cultural singular.
Comunidade
Vozes locais, recolhas, parceiros e projetos que ligam o museu aos habitantes e à diáspora.
Equipa e parceiros
Bloco preparado para direção, serviços educativos, investigação, município, escolas e entidades do território.
Planear, chegar, participar.
A visita fica orientada para ação rápida: horários, bilhetes, acessibilidade, atividades para escolas, visitas guiadas e exposições temporárias.
Bilhetes
Entrada geral, descontos, grupos escolares, visitas guiadas e marcações especiais.
Acessibilidade
Informação para mobilidade, leitura fácil, áudio, contraste e acompanhamento de públicos com necessidades específicas.
Escolas
Atividades por ciclo, oficinas de língua, música, traje, ofícios e património imaterial.
Guiadas
Roteiros para famílias, investigadores, grupos turísticos e comunidade local.
Sete portas para entrar na Terra de Miranda.
A grelha editorial funciona como mapa do museu e como coleção digital. Cada área pode abrir para entrevistas, galerias, áudio, vídeo, glossário e recursos escolares.

Museu da língua dentro do site.
Entrevistas, saberes-fazer, histórias curtas, expressões típicas, glossário e vocabulário em mirandês com tradução.
Mãos, ferramentas e matéria.
Técnicas tradicionais, oficinas, testemunhos e objetos em uso.
A casa como arquivo de vida.
Objetos, rotinas, alimentação, afetos, trabalho e transmissão familiar.

Identidade vestida.
Peças, padrões, usos rituais, materiais e modos de confeção.
Entre devoção, festa e comunidade.
Rituais, promessas, oferendas, calendários festivos e práticas coletivas.
Som, corpo e transmissão oral.
Repertórios, danças, instrumentos, narrativas orais e gravações de campo.
Ramos de oferenda na Terra de Miranda.
Exposição temporária com leitura acessível, agenda paralela e materiais educativos.
Texto, imagem, áudio e vídeo no mesmo ritmo.
As páginas de património imaterial devem juntar festas, rituais, música, danças, narrativas orais e técnicas tradicionais com leitura clara e media acessível. O mirandês aparece como língua viva, não como nota de rodapé.
O museu cresce com quem partilha.
Esta área transforma o site num canal ativo para recolhas, doações, colaboração e projetos de investigação com a comunidade.
Doar materiais
Explicação simples sobre que objetos, documentos, fotografias ou gravações podem ser propostos ao museu.
Partilhar histórias
Formulário editorial para testemunhos, memórias familiares, expressões, receitas, cantos e práticas locais.
Colaborar
Chamada para escolas, associações, investigadores, artesãos, músicos e grupos do território.
Chegar ao museu, continuar ligado.
Mapa, morada, contactos, redes sociais, newsletter, links do território e sitemap concentrados no fim da página.